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segunda-feira, 6 de junho de 2016

O Que é Tosse dos Canis


Tosse dos Canis – Tudo o que você precisa saber
  Também conhecida como Traqueobronquite Infecciosa Canina ou traqueite, a Tosse dos Canis é uma das doenças mais comuns entre os cachorros. Causando uma série de problemas respiratórios no animal, a complicação é mais comum em filhotes, mas também pode acometer cães de todas as idades e ser transmitida para os seres humanos, sendo considerada uma zoonose.

Transmitida por meio do contato direto de um cão sadio com um animal contaminado, a Tosse dos Canis tem uma incidência maior em cachorros que convivem em ambientes onde há aglomerações de animais – e é daí que vem o seu nome, já que os canis são o local perfeito para a propagação da doença.

Por desencadear sessões intermináveis de tosse e espirros nos cães infectados, a complicação se torna ainda mais contagiosa, já que, por meio destes sintomas, a sua propagação é facilitada, tendo o ar como um meio condutor da doença. O problema se torna ainda mais comum em estações de tempo mais frio, como o inverno; e durante esse período os cuidados devem ser redobrados para evitar o contágio dos pets.

Tendo os vírus Adenovirus Tipo II, Parainfluenza Vírus e a bactéria Bordetela Bronchiseptica (que também afeta os seres humanos) como principais agentes, a Tosse dos Canis destaca sintomas e complicações muito mais graves quando é ocasionada por bactérias, e é uma doença que pode permanecer encubada nos animais contaminados por até dez dias antes de se manifestar.

Prevenido por meio da vacinação anual dos cães, o problema pode causar uma série de consequências graves nos animais acometidos e, caso não seja tratada de maneira adequada, pode levar até mesmo à morte, pelo fato de o animal não conseguir se alimentar. Conheça, neste artigo, um pouco mais sobre a Tosse dos Canis, e saiba como identificar e tratar o problema em casos de ocorrência com o seu pet.


Transmissão da Tosse dos Canis

Causada, principalmente, pela bactéria Bordetela Bronchiseptica, a Tosse dos Canis – popularmente chamada de “gripe dos cães” – é altamente contagiosa, sendo transmitida por meio do contato direto entre animais sadios e contaminados. Sua propagação por aerossol também é bastante comum; já que, por causar muitos espirros e tosse constantes, se dissemina facilmente em ambientes onde haja muitos animais juntos, como canis.

No entanto, não são somente os canis que se apresentam como ambientes propícios para que a doença se alastre, e locais como pet shops, hotéis para cães e até hospitais veterinários podem ser considerados entre os ambientes de risco para a contaminação. Objetos usados por cachorros infectados também podem ajudar na propagação da doença e, portanto, animais sadios devem ficar longe de qualquer item usado por um cão doente, incluindo bebedouros, brinquedo, camas, comedouros e pentes, entre outros.


Sintomas da Traqueobronquite Infecciosa Canina

O principal sintoma da doença é, sem dúvidas, o que dá nome à ela: a tosse. Podendo começar a se manifestar até dez dias após o contágio, a tosse típica do problema se caracteriza por ser constante, seca e, em alguns casos, acompanhada por uma espécie de espuma branca; dando a impressão de que o animal está engasgado com alguma coisa ou com ânsia de vômito.

Espirros também são bastante frequentes nos cachorros com a Tosse dos Canis e, em casos de maior gravidade, sinais como febre, perda de apetite, coriza, depressão, tosse com catarro e secreções nos olhos também podem aparecer – facilitando com que a doença evolua para uma pneumonia, por exemplo, que pode ser fatal.

A apatia é outro sinal bem comum aos cães contaminados pela doença, e a prática de exercícios e brincadeiras nesse período pode piorar bastante o estado do animal (que costuma recusar qualquer tipo de agitação quando contaminado pela doença), potencializando seus sintomas.



Meios de prevenção da doença

A maneira mais segura de prevenir a contaminação de um animal pela Traqueobronquite Infecciosa Canina é a vacinação, que deve ser administrada ao cão ainda filhote (a partir dos dois meses de vida) junto com as demais vacinas preventivas, como a antirrábica, a que previne a giárdia e a polivalente – que protege os cachorros contra Hepatite Infecciosa Canina, Parvovirose, Cinomose, Coronavirose, Adenovirose, Leptospirose e Parainfluenza.

Por prevenir os cães contra os vírus que causam a doença, a vacinação não impede por completo que os cães sejam acometidos pelo problema quando causado pela bactéria Bordetela Bronchiseptica. No entanto, as consequências da Tosse dos Canis em cachorros não vacinados são consideravelmente piores, e podem, de fato, levar o animal ao óbito.

Tendo isso em mente, fica claro que a exposição de animais não vacinados a ambientes de risco para a doença (como canis, clínicas veterinárias, hotéis para cães e lojas de animais, entre outros) deve ser evitada; assim como os passeios nas ruas em tempos de muito frio – que favorecem a contaminação pela doença e o desenvolvimento de complicações mais difíceis de tratar.


Tratamento da Tosse dos Canis

O tratamento da Tosse dos Canis será indicado de acordo com os sintomas, o agente causador e o nível de desenvolvimento da doença no animal. Portanto, ao notar qualquer sinal que possa indicar a presença do problema em seu pet, é fundamental que uma consulta a um médico veterinário seja marcada – garantindo que ele seja diagnosticado e tratado o mais rápido possível e, ainda, impedindo que ele transmita a complicação para outros animais.

Na grande maioria das vezes, um profissional consegue definir o diagnóstico da doença somente com o exame clínico, já podendo indicar o tratamento mais correto. No entanto, casos mais graves da Tosse dos Canis podem se apresentar de maneira bastante similar com os sintomas do início da Cinomose e, nestas situações, exames laboratoriais podem ser requisitados para que seja possível a diferenciação do quadro com clareza.

Antibióticos, anti-inflamatórios e anti-tussígenos são alguns dos medicamentos mais recomendados para a cura da doença, e xaropes também podem ser indicados para diminuir os sintomas dos cães, aliviando a tosse seca e constante que é típica do problema. A reposição de fluidos e inalações também podem ser recomendadas nos casos em que o animal fica desidratado em função da doença, e uma série de cuidados especiais também são necessários para garantir que a complicação não se espalhe ainda mais e o seu pet se recupere de maneira adequada.

O cachorro acometido pela Traqueobronquite Infecciosa Canina, quando em tratamento, deve ficar por, pelo menos, sete dias em repouso; evitando atividades muito agitadas e qualquer tipo de exercício. O ambiente em que o animal vive também deve ser livre de fatores que possam potencializar os sintomas da doença, como poeira, fumaça, umidade e frio – sendo recomendado que o pet conte com uma casinha própria, para que possa relaxar durante esse período de recuperação.

O consumo de líquidos deve ser bem observado, e os cachorros em tratamento devem ser bastante hidratados, consumindo água por muitas vezes ao dia. Evitar o estresse no ambiente de vida do cão também é importante, e os donos do pet acometido pela Tosse dos Canis devem dar preferência às coleiras peitorais – evitando as mais tradicionais (que são presas ao pescoço do animal) para não causar mais desconforto.

Boa parte dos animais contaminados com a Tosse dos Canis não desenvolvem sintomas muito graves e, nestes casos, nenhum tratamento específico é recomendado; já que, na maioria das vezes, os poucos e leves sintomas do problema deixam de se manifestar no cão após cerca de 15 dias.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/tosse-dos-canis/

terça-feira, 19 de abril de 2016

Receita de Shampoo Natural contra Carrapatos e Sarna



Shampoo contra Carrapatos e Sarna
Shampoo Natural contra Carrapatos e Sarna
Receita de Shampoo Natural contra Carrapatos e Sarna

INGREDIENTES:

Flores e folhas de Tabaco
Flores e folhas de Alamanda;
Folhas e raiz de Tinhorão
Folhas de Eucalipto
Folhas de Santa Maria;
Gel de Babosa (solta as cascas e raspa o gel)
Folha de Pita
sulfrax (comprar em farmácia de manipulação)



COMO PREPARAR:

Picar as flores, folhas e raiz e pilar (no pilão).
Picar a Pita e cozinhar com água. Desligar o fogo e coloca as flores, folhas e raiz piladas.
Deixar descansar por 12 horas.
Filtre com coador de pano (tirando bem o sumo).
Preparar o shampoo: 70% do extrato de ervas + 30% de sulfrax (comprar em farmácia de manipulação).

Receita extraída da entrevista dada por Marli Karan ao Canal Rural no dia 28/03/97.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Dicas de Primeiros Socorros para Cães



Dicas de Primeiros Socorros para Cães, em caso de uma emergência, como doença, envenenamento, cortes nas patas e diarreia, e outros...

Tenha sempre o telefone de vários veterinários de confiança em sua agenda.

Em caso de Acidentes:
Afaste seu cão do local do acidente para evitar que se machuque mais. Mantenha o cão o mais quieto e confortável possível. Se necessário mantenha-o preso. Se houver ferimentos óbvios, sangramento, faça pressão nestes pontos com uma atadura ou pano limpo. Chame o veterinário o mais rápido possí­vel.

Em caso de Corte na pata:
Pode ocorrer um sangramento repentino devido a um caco de vidro ou outro objeto pontiagudo quando andando na praia ou fora de casa. Se houver muito sangramento, enrole a pata em gaze ou em um pano limpo e faça pressão com esparadrapo. Leve seu cão ao veterinário para que receba tratamento apropriado. Nunca use elástico ou torniquete nos membros, especialmente por perí­odos prolongados (acima de 15 minutos).

Em caso de Olho ferido:
Procure cuidadosamente por qualquer corpo estranho, como uma semente de grama. O veterinário deve remover qualquer corpo estranho perfurante cuidadosamente sob anestesia geral, pois podem facilmente penetrar mais. Evite que o cão coce o olho afetado com as patas ou esfregue nos móveis e leve-o ao veterinário para ser examinado e tratado. Se o olho estiver seriamente machucado, cubra-o com gaze umedecida e leve o cão ao veterinário imediatamente.

Em caso de Vômito:

Não se preocupe caso seu cão vomite ocasionalmente, isso é normal. O fato dele vomitar muitas vezes em um perí­odo curto de tempo é razão para preocupação ou se parecer não estar se sentindo bem. Se parecer bem, você pode tentar tratá-lo em casa. Não dê alimento por 12 horas e apenas ofereça pequenas quantidades de água. Depois de descansar o estômago, você deve oferecer refeições pequenas e leves por um dia e depois ir gradualmente retornando a dieta normal. Se seu cão não melhorar, continuar vomitando ou parecer não estar bem, você deve entrar em contato com o veterinário. Anote como e o que ele vomitou para poder descrever para o veterinário. Colete um pouco do vômito em uma vasilha para que o veterinário possa examiná-lo. Não alimente seu animal de estimação e peça conselhos ao veterinário.

Em caso de Diarréia:
A diarréia pode conter sangue e/ou muco. As vezes, é acompanhada de vômito. Se tirando estes sintomas seu cão parecer bem, você pode tentar tratá-lo em casa. Não dê alimento por 12 horas e ofereça pouca água com um pouco de glicose ou caldo de carne fraco. Depois de descansar o estômago, você deve oferecer refeições pequenas e leves a ele por um dia e depois ir gradualmente retornando a dieta normal. Se seu cão não melhorar ou estiver fraco, letárgico ou depressivo, leve-o ao veterinário imediatamente. Se ele parecer bem, leve-o para uma consulta no próximo momento disponí­vel. Primeiro, ligue para o veterinário e anote cuidadosamente os conselhos dados.

Em caso de Picadas de inseto e cobra:
Picadas de insetos podem ser identificadas por dor aguda repentina acompanhada de inchaço e às vezes descoloração da pele. Se um cão foi picado na garganta, pode ter dificuldade para respirar. Se um membro do corpo foi picado por uma cobra, uma bandagem deve ser colocada ao redor dele com pressão firme. Mantenha seu cão fresco e evite qualquer exercí­cio. Se o inchaço persistir por mais de uma hora, ou se a picada for próxima do rosto ou pescoço, leve o cão ao veterinário. Mantenha a lí­ngua dele para fora e a passagem de ar o mais livre possí­vel. Se suspeitar que uma cobra picou seu cão, deve tentar identificá-la e, se possí­vel, levar seu cão ao veterinário imediatamente. Se um membro foi afetado você deve colocar uma bandagem de pressão ao do membro e sobre o ferimento.

Em caso de Convulsões:

Caso seu cão comece a fazer movimentos espasmódicos, normalmente acompanhados de travamento da mandí­bula, salivação, urinação e defecação, então ele está tendo uma convulsão. Ele pode cair no chão. A primeira coisa a fazer é tirar a coleira e afastá-lo de qualquer perigo (ex.: lareiras, escadas, mesas). Garanta que ele possa respirar segurando sua cabeça e, se possí­vel, com o pescoço esticado. Não coloque os dedos dentro da boca do cão. Mantenha o ambiente o mais escuro e quieto possí­vel, evite barulhos repentinos como campainhas e portas batendo. A maior parte dos ataques acabam rápido (embora pareçam durar uma eternidade!)
Anote exatamente os sintomas de seu cão antes, durante e depois da convulsão, e ligue para o veterinário assim que possí­vel.

Em caso de Dor de ouvido:
Seu cão coçará o ouvido e pode ficar com a cabeça pendendo para o lado. Ele pode esfregar a orelha no chão, balançar a cabeça, uivar e não querer deixar ninguém tocar seu ouvido. Se isso acontecer de repente, pode ser que uma semente de grama ou outro objeto tenha entrado no ouvido. Não coloque absolutamente nada dentro do ouvido dele e ligue para o veterinário. Cuide prontamente de problemas auriculares; negligenciá-los ou tentar curá-los pode fazer com que a cura seja mais difí­cil.

Em caso de Envenenamento:
Se você ou alguém da sua famí­lia vir seu cão engolir algo venenoso, ligue imediatamente para o veterinário. Procure aconselhamento veterinário o mais rápido possí­vel e leve o restante do agente envenenador e/ou a embalagem para ser avaliada pelo veterinário.

Em caso de Engasgar:
Seu cão pode estar tentando vomitar ou coçando a boca freneticamente com as patas. Tente abrir sua boca e remover o objeto que está obstruindo - esteja ciente de que há chance de ser mordido fazendo isso. Olhe o céu da boca, pois às vezes algo gruda lá, ou um osso pode ficar preso transversalmente.
Se você não puder ver o objeto, procure imediatamente ajuda veterinária.
Em alguns casos, pode ser necessário uma anestesia geral para a remoção segura de um objeto na boca.

Em caso de Cruzamento não planejado:
O cruzamento acidental de sua cadela não é exatamente uma emergência, mas uma gravidez pode muitas vezes ser prevenida. O cirurgião veterinário pode aplicar uma injeção logo após ela ter cruzado, o que normalmente fará com que sua fêmea não tenha filhotes. É vital contatar o consultório veterinário em até 24 horas, para que ele possam lhe dizer quando a injeção deverá ser aplicada.

Em caso de Desmaio:
Procure aconselhamento veterinário imediatamente. Coloque seu cão dentro de uma cesta e mantenha a passagem de ar livre esticando o pescoço e segurando a lí­ngua fora do caminho.

Em caso de Torção gástrica:
Se seu cão parece desconfortável ou irritado e a barriga parece distendida e cheia de gases, ligue para o veterinário e leve o cão para uma consulta imediatamente.

Transportando seu cão até o veterinário em uma emergência:
É normalmente preferí­vel levar seu cão até o consultório do que trazer o veterinário. Na clí­nica há equipamentos especiais e uma equipe treinada. Não dê nada para seu cão comer ou beber, pois ele pode precisar de anestesia geral. Coloque seu cão gentilmente em cima de um cobertor velho ou casaco no chão.
Duas pessoas podem pegar as pontas do cobertor como se fosse uma maca macia para transportá-lo até o assento traseiro do carro. A pessoa que estiver andando de costas deve trazê-lo direto para dentro do carro, colocando-o gentilmente sobre o banco. Alguém deve ficar na parte traseira com ele a caminho da clí­nica. Se houver perigo dele morder, amarre o focinho temporariamente. Não o deixe amarrado por um perí­odo prolongado pois isso pode comprometer sua respiração.
Finalmente, informe à clí­nica veterinária que está a caminho para que possam se preparar para a chegada.

Fonte: pedigree.com.br

terça-feira, 5 de abril de 2016

Receita de leite caseiro para filhotes de cães


Como fazer o sucedâneo, receita do leite adequado para os filhotes de cães
Leite adequado para os filhotes de cães

INGREDIENTES:

200 ml de leite integral
1 gema de ovo
1 col. de chá de óleo vegetal (soja, milho, canola ou girassol)
1 pitada de sal
1 col. de chá de mel
10 gotas de vitamina B12 (encontrada em farmácias)
1 col. de sopa de água filtrada

COMO PREPARAR:

Misture os ingredientes, aqueça na temperatura de 37ºC, ofereça aos bebês na mamadeira e guarde o restante na geladeira.

terça-feira, 29 de março de 2016

Como alimentar cão idoso


Dicas para alimentar seu cão idoso:
Cão idoso, como alimentar

Se você tem um cãozinho idoso em casa, pode alimenta-lo com duas ou três pequenas porções de comida durante o dia.

Escolha alimentos pouco calóricos para controlar a silhueta do velhinho

Evite dar ao seu cão rações com baixa proteína

Para evitar problemas de flacidez da pele, converse com o veterinário sobre o ácido gamalinolênico (GLA)

De a ele bastante vitamina E e   betacaroteno, eles nunca são demais! Eles previnem o envelhecimento, além de que, podem evitar diversas doenças

Problemas gastrointestinais: o açúcar (FOS- frutooligossacarídeos) pode ajudar, pois traz benefícios a saúde tanto do ser humano como dos animais, por exemplo, aumentando o número de bactérias benéficas e melhora o equilíbrio da fora intestinal

Deixe água fresca sempre disponível para sue cão, e fique de olho na qualidade da água que ele bebe e procurar auxí­lio médico caso aumente repentinamente, isso pode significar o início de um problema de saúde, como doenças de rim ou diabete.

Alguns cães mais velhos podem ter um pouco de artrite no pescoço tendo dificuldades para abaixar o pescoço e comer. Se este for o caso, a bacia de alimentos deve ser elevada e colocada em uma altura confortável, ou colocada em um degrau.

Você pode oferecer carne bovina, frango, carne suína, peixes (crus ou moderadamente cozidos), carnes exóticas, queijo branco, ovos (de galinha, codorna, pata), etc.

Carnes e ovos crus são infinitamente mais nutritivos e contêm maior teor de umidade. Carnes de boa procedência, quando submetidas a temperatura de -18 graus em freezer, por 72 horas, ficam livres de protozoários e cistos de helmintos (parasitos) e podem ser oferecidas cruas sem problemas. Entretanto, se o cão não aceitar esses alimentos crus, eles podem ser submetidos à uma escaldagem ou cozimento leve a vapor, grelha, forno ou panela com pouca água para que se tornem mais saborosos e atraentes sem perda significativa de nutrientes

Digerir vegetais não é a especialidade de carnívoros como os cães. Por isso, não importa se o cão é filhote, adulto ou velhinho: sempre liquidifique os legumes crus, usando mixer ou liquidificador, ou cozinhe-os. Os únicos legumes que não devem ser oferecidos crus são tubérculos como as batatas, a mandioquinha e o inhame. Como o cozimento também torna os legumes mais atraentes e fáceis de digerir, principalmente no caso desses tubérculos. Não é necessário liquidificar os vegetais cozidos.

Alimentos ricos em carboidratos oferecem bastante energia, o que é interessante para cães ativos ou abaixo do peso. Em geral, os cães adoram o sabor e a textura de tubérculos e grãos cozidos, o que também é vantajoso.

Como não evoluíram para aproveitar alimentos ricos em amido, os cães precisam ingerir esses itens já pré-digeridos. Artificialmente, consegue-se isso cozinhando os grãos e os tubérculos. Batatas, mandioquinhas, inhames devem ser cozidos com casca (fonte de fibras e outros nutrientes) e podem ser oferecidos cortados ou em purê. Os grãos integrais são os mais nutritivos e menos processados. Mas para que percam propriedades que atrapalham um pouco sua digestão e a absorção de seus nutrientes, convém submetê-los a um processo de pré-fermentação.

Coloque os grãos dentro de uma cuba com água morna e acrescentar algumas gotas de soro de iogurte ou limão. Deixe os grãos de molho por pelo menos 6-8 horas antes de cozinhá-los. Os grãos se tornam mais moles, o que facilita muito a digestão, e perdem fatores anti-nutricionais, como os fitatos.
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