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domingo, 9 de agosto de 2015

Convulsão em cachorros tem tratamento


Convulsão em cachorros: o que pode causar
Durante os ataques convulsivos, o cão tem espasmos musculares, perda da consciência, salivação e pode ou não ter vocalização com gemidos ou uivos
Cães de qualquer raça e idade podem apresentar quadros convulsivos. As causas são variadas e o problema tem tratamento por meio do uso de medicamentos adequados a cada caso. Esse sintoma irá demandar maior atenção à saúde do cachorro. Leia mais aqui sobre as possíveis causas dessa grave condição.

O episódio convulsivo é um sinal de alguma desordem no sistema nervoso central. Durante uma convulsão, que pode ter diferentes graus de intensidade, basicamente ocorre uma descarga elétrica descontrolada nos neurônios do encéfalo. O resultado é um quadro temporário no qual o cão tem espasmos musculares, quedas bruscas ou rola no chão com movimentos descoordenados e ausência de percepção sensorial. O cão ainda pode urinar, defecar e salivar durante o episódio.

Diversas causas podem ser apontadas como origem de ataques convulsivos. Doenças como a Outras desordens neurológicas, tumores e intoxicações por medicamentos ou venenos podem causar convulsões. Doenças do fígado também podem ser apontadas como causa.

Existe predisposição genética de algumas raças a quadros convulsivos de origem idiopática, sem causa aparente. A epilepsia é a ocorrência de convulsões recidivantes, entre as quais o animal fica consciente. Pastor Alemão, São Bernardo, Collie, Labrador, Golden etriever, Husky, Cocker, Poodle e Beagle são raças que possuem relatos de epilepsia devido a causas de origem genética.

Durante uma crise convulsiva que dura no máximo cinco minutos, não se deve colocar a mão na boca do cachorro para puxar a língua. Para evitar acidentes afaste qualquer objeto que possa atingir e machucar o cão. Tente se aproximar e cercá-lo com ajuda de uma toalha ou almofada para evitar possíveis traumatismos. Leve-o imediatamente ao veterinário!

Em relação ao tratamento, deve ser tratada a doença desencadeante das convulsões. Quanto antes for iniciado o tratamento melhor será o resultado. Casos de convulsões recorrentes podem demandar utilização de medicação controlada. Podem ser necessários diversos ajustes na dosagem e monitoramento por meio de exames de sangue em relação aos níveis séricos dessas substâncias.

Alguns cães podem não responder imediatamente aos tratamentos, como você pode conferir no vídeo abaixo. Uma tutora filmou um episódio de convulsão do seu cachorro que já vinha recebendo medicação.
https://youtu.be/XwF5_mRkIiw

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